Eu sou o pulmão, o sopro que te alimenta,
Na dança do ar, minha força desperta.
Cada inspiração é uma nova manhã,
Cada expiração, a caminhada que vem.
Sou o gentil guardião do ar que entra e sai,
O ritmo invisível, o eterno por onde vai.
No silêncio do peito, sou a essência do ser,
O que te mantém vivo, o que te faz querer.
Em cada respirar, há vida a surgir,
Um ciclo invisível, um eterno cumprir.
Sou o sopro da vida, o que te faz sentir,
A alma do corpo, que insiste em existir.
E mesmo quando te sinto às vezes cansar,
Continuo a oferecer meu ar, a te ajudar a avançar.
Pois sem mim, nada no mundo vai se mover,
Sou o pulmão, o sopro, o que te faz viver.
