Frutas vermelhas, rubis da natureza,
Que pedem à juventude chama e destreza,
No brilho intenso do seu vermelho ardente,
Exigem vigor, alma viva, coração contente.
Morangos doces, cerejas em festa,
Amoras silenciosas que a vida empresta,
Cada baga é um pulsar, um chamado vital,
Pois a juventude busca no fruto o seu sal.
No aroma que explode, no sabor que incendeia,
Há o exigir do tempo que nunca vacila,
Energia que arde em cada poro e veia,
Poesia em forma de vida que brilha.
Frutas vermelhas são fogo e acalanto,
Despertam o sonho, o corpo, o canto,
No toque suave que sabe a revolução,
Sussurram ao jovem o poder da paixão.
Exigem esforço, a luta pela manhã,
A coragem que cresce, não se contém, não se cansa,
Na força do vermelho, pulsa a chama,
De quem sabe que viver é mais que esperança.
No corpo que anseia, no espírito voraz,
São frutos que pedem um tempo eficaz,
Doçura e ácido, ternura e vigor,
A juventude se banha nesse calor.
Frutas vermelhas, promessa que incita,
Nos campos da vida, energia que habilita,
Assim exigem, assim inspiram,
Na dança do tempo, o jovem aspiram.
Um convite aberto ao mundo ardente,
No vermelho vivo, o futuro presente,
Frutas vermelhas, juventude em flor,
Exigem a vida, o sonho, o amor.
