Corpo:
Ó doce papaia, fruta amiga,
Sinto em teu sabor a vida antiga.
Diz-me, por que guardas tanto segredo,
Que fazes meu ser sentir-me tão cedo?
Papaia:
Corpo querido, eu sou suave abraço,
Ajudando tua digestão no compasso.
Enzimas que brotam do meu interior,
Queimam dores, trazem alívio e vigor.
Corpo:
Sinto que flui em meu ser calmaria,
Quando como teu doce melodia.
Pois tens vitaminas que me revigoram,
Pele, sangue e alma que se aprimoram.
Papaia:
Sou fonte de saúde, de vida, de cor,
Com luteína, fibra e um grande amor.
Combato as toxinas, renovo teus sentidos,
Entre minhas fibras, os males fugidos.
Corpo:
Que lindo presente da terra, flor em fruto,
Em teu abraço sinto o abraço absoluto.
Papaia, contigo quero caminhar,
Saudável, forte, pronto para amar.
Papaia:
Então, corpo amigo, vamos juntos crescer,
Comigo em teu prato, pode sempre crer.
Sou fruta e remédio, luz em teu caminho,
Papaia e corpo: um só destino.
