Salmão e a serenidade da mente
Salmão desliza suave em águas calmas,
Refúgio sereno onde repousa a alma.
No corpo que transcende, o nutrir profundo,
O peixe que acalma a mente do mundo.
Entre rugas do tempo e ondas do pensar,
O salmão é rio que sabe acalmar,
Com ômega e luz que a mente desperta,
Serenidade que brota, paz descoberta.
No sabor leve, há um abraço quente,
Que acolhe o espírito e torna presente
O silêncio que cura, o instante que acalma,
Um refúgio sereno, alimento da alma.
A mente que vagueia em turbilhões, aflita,
Encontra no salmão a força bendita,
Para firmar o passo, sutil poesia,
De calma e equilíbrio, pura harmonia.
Assim, salmão é mais que alimento,
É ponte entre o sentir e o pensamento,
Serenidade em forma de vida e cor,
Um convite ao sossego, à paz, ao amor.
